PSICANALISTA FERNANDO REIS
@psicanalista.fernandoreis
PSICANALISTA FERNANDO REIS
@psicanalista.fernandoreis
Formação em Psicanálise Clínica pelo Instituto da Psicanálise Lacaniana/SP (IPLA),
Pós-graduação no Departamento de Psicologia Clínica do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), Especialização em Teoria Psicanalítica pela PUC-SP, Mestrado no Departamento de Antropologia Social (IFCH/Unicamp), e Cursos Livres de Psicanálise no CEP (Centro de Estudos Psicanalíticos) e Sedes Sapientia.
Fernando Reis
Trabalho com a Psicanálise a partir de Freud, Lacan e Winnicott, em diálogo com autores como Sandor Ferenczi, Melanie Klein, Wilfred Bion, Françoise Dolto, Christopher Bollas, Andre Green, Jorge Forbes e C. G. Jung. Minha formação privilegia uma escuta plural e interdisciplinar, aproximando a clínica da Antropologia, das Artes, da Literatura e das mitologias de diferentes povos e culturas.
Meu trabalho parte de uma perspectiva pluralista e transmatricial, reconhecendo que nenhuma escola ou matriz teórica, isoladamente, é capaz de esgotar a complexidade da experiência humana. Em vez de um ecletismo que simplesmente mistura conceitos, busco estabelecer diálogos rigorosos entre diferentes matrizes de pensamento, preservando suas diferenças, tensões e fundamentos epistemológicos.
A teoria, assim, não funciona como uma grade à qual o sujeito deve se adequar, mas como um repertório vivo a serviço da escuta: diante da singularidade de cada pessoa, diferentes perspectivas podem iluminar dimensões distintas de seus conflitos, vínculos, desejos e modos de existir.
Psicanálise para crianças e adolescentes
Psicanálise para adultos,
presencial ou online
Influência de princípios e práticas da Arteterapia e Ludoterapia
A Psicanálise constitui um campo plural, formado por diferentes escolas, autores e modos de compreender a subjetividade. Desde Freud, suas formulações foram ampliadas e transformadas por pensadores como Winnicott, Lacan, Jung e muitos outros, produzindo diferentes perspectivas sobre o inconsciente, a linguagem, os vínculos, o amadurecimento, a vida simbólica e os processos de subjetivação. Essa diversidade também favoreceu diálogos com outros campos clínicos e com áreas como Filosofia, Psiquiatria, Sociologia, Antropologia, Artes e Estudos Culturais, além de permitir que a prática analítica acompanhasse transformações contemporâneas, inclusive através do atendimento online. Não existe, portanto, uma única maneira de exercer a Psicanálise: diferentes escolas e analistas possuem referenciais, estilos de escuta e formas de manejo próprios, enfatizando dimensões distintas da experiência humana sem que uma perspectiva isolada seja capaz de esgotar sua complexidade.
Escuta, interpretação, elaboração dos sintomas: A Psicanálise não vende soluções fáceis, fórmulas de felicidade ou respostas universais para problemas complexos. Oferece uma escuta clínica qualificada para que angústias, ansiedade, estados depressivos, medos, culpas, vergonhas, perdas e experiências traumáticas possam ser compreendidos em sua singularidade. Mais do que silenciar rapidamente um sintoma, interessa investigar o que ele expressa, quais conflitos concentra e que lugar ocupa na história daquela pessoa. Dar palavras ao sofrimento e produzir novos sentidos para aquilo que parecia incompreensível pode diminuir sua intensidade e abrir outras possibilidades de elaboração.
Conhecimento de si e transformação dos vínculos: Uma análise permite perceber aspectos de nossa vida psíquica que frequentemente permanecem fora do alcance da consciência: desejos contraditórios, fantasias, defesas, identificações e formas recorrentes de amar, escolher, afastar-se ou relacionar-se. Conhecer-se, nesse sentido, não significa descobrir uma definição definitiva de quem se é, mas tornar-se progressivamente capaz de reconhecer como se participa da própria história. Essa compreensão pode modificar relações, favorecer limites mais consistentes e tornar menos inevitáveis certos modos de sofrer e repetir.
Liberdade possível, responsabilidade e invenção: A Psicanálise não ensina como alguém deve viver e tampouco promete eliminar as incertezas, perdas e contradições próprias da existência. Seu horizonte é ampliar a margem de liberdade diante daquilo que nos condiciona, permitindo que antigas determinações deixem de funcionar como destinos absolutos. Ao assumir maior responsabilidade por seus desejos, escolhas e modos de responder ao que lhe acontece, o sujeito pode construir saídas próprias para seus impasses. A análise torna-se, assim, não apenas uma investigação do passado, mas também um trabalho de abertura ao futuro, à criatividade e à invenção de novas maneiras de existir.
"Você pode saber o que disse, mas nunca o que o outro escutou."
Jacques Lacan